FIESP | Óleo & Gás - 09/05/2018

Também tive a oportunidade de assistir à palestra sobre Óleo & Gás na Fiesp, neste dia 09 de maio.

Refinaria De Petróleo, PetróleoFoto: Pixabay

Na ocasião, Dirceu Abrahão discursou sobre a retomada de investimentos pelo setor petrolífero.

Lembrou de que irão ocorrer eventos sobre o setor da indústria de petróleo neste ano.

Ocorrerá, segundo ele, alteração das regras do setor.

No Rio e em São Paulo, destacou a importância do Pré-Sal, como ativo de classe mundial, sendo riqueza do petróleo para sociedade brasileira.

Na indústria petrolífera, há, assim, projetos para investimentos.

Destaca também a importância da Indústria de São Paulo para outros players. Fala igualmente da Feira de Óleo & Gás que ocorrerá no Rio e da relevância de São Paulo neste evento.

Jorge Camargo, por sua vez, indica a necessidade de trazer a Petrobras de volta ao caminho. Traz do Rio de Janeiro 03 mensagens, de modo que a Indústria Petrolífera Brasileira sofre a maior transformação de sua história:

1) vivemos um momento de grandes transformações, tanto de perigo, como de grandes oportunidades;

2) há o novo protagonismo de São Paulo, sendo SP o 2o maior produtor de petróleo brasileiro, com um outro perfil, com grande oportunidade e com destaque para seu papel desempenhado no contexto;

3) no Rio de Janeiro, ocorrerá o Evento de Óleo & Gás, em setembro de 2018.

No Brasil, o trabalho do governo envolve "entulho regulatório", que deve ser parcialmente removido. O volume de bônus exige o cumprimento de investimentos, o que, sem dúvida, é muito importante.

Há também a necessidade de retomada da indústria do petróleo para exploração/refino.

Destaca, assim, o setor de refino de Gás.

Trata-se, assim, de áreas estratégicas de grande transformação, por um mundo com menos carbono. Destaca também a importância do mercado norte-americano, com grandes oportunidades, bem como de relevância geopolítica.

Em seguida, atenta para a mudança por que passamos. São Paulo se trata de produtor com maior potencial de crescimento. SP exerce esse protagonismo sendo relevante para o contexto. Destaca, assim, para as refinarias e para o dinamismo industrial de SP.

O Rio de Janeiro, de fato, passa por momento difícil. SP pode ajudar, sendo importante para os vários players.

SP é, assim, realmente, importante para o Setor de Óleo & Gás.

Lembra, por outro lado, que passamos por uma transição energética. Indica o baixo carbono e as energias renováveis. Daí a importância da Feira que ocorrerá no RJ.

Afirma que haverá 10 operadoras de Petróleo na Feira/Congresso do RJ, de modo a retomar o setor do Petróleo.

Enfatiza, então, a necessária parceria entre SP e RJ no Setor de Óleo & Gás no futuro.

Lembra, por fim, que a concorrência é saudável mas que juntos podem ir mais longe.

Outro palestrante, na ocasião, destaca a importância não meramente comercial do evento.

Ressalta, assim, a importância de SP no cenário. E da Rio Óleo & Gás, sendo evento, na realidade, não só de RJ e SP, mas, principalmente, do mundo. Enfatiza, então, o evento que ocorrerá no Rio.

Destaca ainda que a Indústria se tornará mais competitiva para o Brasil. Lembra da relevância da Gestão do Conhecimento para a indústria se tornar competitiva. Trata-se, com razão, de novo momento, no qual será mudado o jogo da Petrobras.

Mauro Andrade, por seu turno, indica a importância da empresa norueguesa, StatOil, que deve figurar como irmã da Petrobrás. Lembra que a StatOil estará presente no evento de Óleo & Gás no Rio em 2018 e que se encontra no Brasil, desde 2001.

Afirma, assim, que a StatOil, no Brasil, firma parceria com a Petrobrás. Firma-se, então, em 03 pilares estratégicos, quais sejam: 1) segurança; 2) valor; e 3) redução de poluentes. Lembra que a empresa está em 35 países, com foco em 02 países: Estados Unidos e Brasil. Foca, então, áreas de exploração e de produção, que devem receber grandes investimentos. Além da diversidade de negócios, como a energia solar no Ceará.

A StatOil destaca, então, sua atuação no Campo de Carcará (ativo sem participação da Petrobrás), em Santos / SP. Importa assim o mercado fornecedor para desenvolvimento desse ativo. A área exploratória se trata, portanto, de relevante ativo para o Brasil.

Ressalta, a seguir, a relevância de grandes volumes de recursos no negócio em pauta. Lembra também que o Campo de Carcará tem produção de 2 bi de barris de Gás, com grande potencial, que traz efeitos positivos para SP, tais como Supply Chain, desenvolvimento da logística de SP, importante não só para Petrobras, como para outros atores também.

Em seguida, ressalta a importância do desenvolvimento da indústria de petróleo & gás para o Brasil.

Lembra também do grande número de players no mercado. Tal número, na realidade, não depende exclusivamente de mais campanhas de exploração, segundo o palestrante.

O palestrante, então, destaca 5 novos projetos, bem como a cadeia de bens/serviços no Brasil, além de o Brasil deter grande base industrial instalada, como não ocorre em lugar algum.

Hugo Repsold Júnior, por seu turno, destaca a virada da Petrobras. Hoje, afirma que há um ambiente de convergência e harmonização de interesses de vários atores. Destaca, então, a modernização e reorganização dos atores nos negócios.

Destaca também a Bacia de Santos com potencial extraordinário. Mas não só. Outras bacias também recebem investimentos.

Nesse cenário de interesses e motivações, há de fato a racionalidade. Esta racionalidade prevê grandes transformações, com perspectivas e processos para gerar valor, por meio de novas oportunidades.

A Petrobras, assim, trata-se de potencial transformador do Brasil, segundo o palestrante. Há de fato todos os atores e interesses que estarão presentes no evento do Rio Óleo & Gás.

Afirma que todos aqueles que participarem terão o que aprender. Com razão, será ambiente rico para investidores, para conversarem com expositores, de modo que dali surgirão negócios. Trata-se, com razão, de um futuro transformador da Indústria Petrolífera Brasileira.

A Rio Óleo & Gás trata-se, com efeito, conforme o expositor, de terreno com sementes férteis para prosperar, de modo que ocorrerá em setembro de 2018.

Jorge Camargo, novamente intervém no debate, e afirma que a indústria da Petrobras passa por transformação tecnológica.

Lembra que o Brasil possui o Pré-Sal e que São Paulo desenvolve inovações, como a tecnologia Offshore. Lembra também da Revolução Industrial 4.0, bem como da cultura local, provinciana de Rio e São Paulo.

Daí direciona para a retomada da indústria do Petróleo, com o desenvolvimento da indústria de hoje. Releva, assim, exportar para outros mercados, de modo que o Brasil possui grande oportunidade de importação, através de SP.

O principal diferencial seria a Bacia de Campos / RJ, onde se resolve problemas que não estariam no radar.

Finalmente, lembra de marco histórico com poços/sistemas e, de hoje, com unidades marítimas.

Para saber mais sobre o Setor Petrolífero, conheça a revista Petro & Química. Boa leitura!








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