FIESP | FESTEMP - Cyber War - 06/05/2018

Igualmente, tive a chance de também poder assistir às Palestras sobre CyberWar, na Fiesp, em 06 de maio (Festemp 2018).


Hacker, Crime Cibernético, Internet
Foto: Pixabay

Na ocasião, palestraram Paulo Nascimento e André Carneiro.

No encontro, afirma que a economia de uma nova nação está nascendo.

Por volta de 2023, serão movimentados US$ 8 trilhões.

O Brasil, no caso, será a nação com o terceiro maior PIB.

Tanto no cenário global, quanto brasileiro, haverá aumento dos vetores de ataque.

No cenário atual, no mundo, há os temores do cyber attack, bem como fraude ou roubo de dados, e outros.

O segmento de maiores ataques de hackers se trata dos pequenos e médios empresários, por meio de violações corporativas.

No cenário, as grandes empresas também sofrem ataques virtuais.

Sendo assim, palestra sobre o Cenário 4.0, de integração de sistemas/dados. Indagando - quanto se custa para proteger a perda.

Fala também da cultura do hackativismo. O hacker, assim, é um sujeito inteligente e habilidoso para realizar ataques. Na realidade, trata-se de profissional para resolver problemas, identificando falhas de segurança, de modo a se remeter à origem do problema.

A tecnologia/filosofia do Blockchain remete ao uso do vírus fishing em campanhas eleitorais.

Lembra que o custo médio de incidente de hansware é estimado em US$ 133.000.

No Brasil, ocorre a perda vultosa financeira por ação do cybercrime. Sendo assim, o Brasil é o segundo país com maior perda de receitas por causa de cybercrimes.

Problematiza - quanto vale a Privacidade?

- 10 milhões de reais por violação de dados.

Ilustra que 01 em cada 04 pessoas já tiveram dados vazados pela web.

Fala que o registro será aplicável à Saúde e Educação.

Quanto ao vazamento de dados, suas principais causas são vírus ou erro humano.

Para o palestrante, nos negócios, a verdade deixa de ser importante.

Lembra da Segurança sobre Ataque Cibernético.

Tece considerações sobre Hackers.

Todo mundo é frágil. Todo sistema de informação também. Na realidade, não existe sistema totalmente seguro.

Indica que Bancos e Seguradoras sofrem 35 mil ataques por dia.

Alerta que, para roubar dados, fazem uso do skype.

Considera a estrutura de defesa e o quanto o mundo mudou de 02 a 03 anos para cá.

Hoje, qualquer um pode atacar pela internet, de modo que há empresas especializadas para realizar ataques e lucrar com esses ataques. Hoje também é possível comprar ataque pela Internet, por apenas US$ 20. Trata-se, na verdade, de um mercado que movimenta US$ 1,2 bilhões.

Lembra, assim, do poder do vírus Wanacry que causou impacto em 2007. Lembra também do Deep Hole e da Black Web. Estes últimos remetem à Indústria Artesanal para industrialização completa.

Aponta na mesma direção para a venda de dados de cartão de crédito, sendo mais forte que agressão física, por meio de Malware.

Então, problematiza: "Como se proteger?". E responde que é necessário investir em segurança, com o rigor de colocar cada ferramenta na estrutura de proteção. Desde firewall, anti-vírus a outros dispositivos.

Lembra a seguir do sequestro de dados, que movimenta 5 milhões para devolução de dados.

Indica que a tendência tende a piorar.

Ocorrerá a digitalização da economia e das relações sociais.

Ocorrerá também a identidade crítica, através da Biometria.

Nesse cenário, a Segurança evitaria roubos.

Já explica que se pode usar a voz como biometria. Então, problematiza a questão da voz sintética, que cria e imita a voz de determinada pessoa.

Lembra do resgate de dados, que com a criptomoeda será difícil de rastrear.

Lembra também do uso de criptografia pela Inteligência Artificial, de modo a realizar a Segurança.

Tece considerações, assim, sobre proteção de dados, como autenticação e seu ciclo de construção.

Com relação às relações de comércio, lembra de projeto de lei na Europa que causará impacto no Brasil.

No tocante à ética, aponta plataformas que, por meio de redes sociais, oferecem segurança. É possível saber quem faz vazamentos de dados.

Pela rede social, como o Facebook, é possível conhecer o comportamento do usuário na rede.

Lembra das fakenews.

Alerta que o profissional de segurança não deve ser apenas um profissional de TI capacitado, mas alguém que realmente entenda de segurança, que consiga conversar com o pessoal de negócios.

Finalmente, alerta que todo ataque tem um ser humano por trás. O Facebook se mantém porque lucra com a venda de dados. Enquanto isso, o Orkut acabou porque somente focava no produto.

Assim, indica que deve haver treinamentos de segurança, já que o ser humano é o maior meio de segurança.

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