Falando de Zuckerberg e Face...

Mark Zuckerberg passou o fim de semana se preparando para as sabatinas que enfrentará no Congresso americano esta semana. Será uma maratona. Na terça-feira, responderá a perguntas de senadores dos comitês de Justiça e de Comércio. Em conjunto, estes parlamentares receberam mais de US$ 600 mil em doações do Facebook desde 2007 na forma de contribuições legais para suas campanhas. Na quarta-feira, falará ao comitê de Energia da Câmara — dos 55 membros, 46 receberam doações do Face. Somam US$ 381 mil. Como típica empresa do Vale que é, a companhia de Zuck doa mais para o Partido Democrata do que para o Republicano — na ordem de 65% contra 33% do total de dinheiro investido em eleições. A sorte é que os republicanos não querem mexer muito com a história de interferências irregularidades na campanha que elegeu Donald Trump. A Zuckerberg, o que resta é ser humilde e ter respostas afiadas que não o façam parecer estar na defensiva. É a orientação que vem recebendo. Sua esperança é de que consiga diminuir a pressão do Capitólio por regulamentação.

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Mas... Também convocado à Câmara dos Comuns, em Londres, Zuck recusou o convite. A tática é limitar suas aparições perante o governo aos EUA. Talvez não consiga evitar a pressão europeia por muito tempo.

Aliás... O Tech Crunch descobriu que o alto-comando do Facebook tem acesso a uma ferramenta que ninguém mais tem. Podem apagar seu passado. Podem, até, apagar mensagens nas caixas do Messenger de quem as recebeu. No caso das enviadas por Zuck, elas desaparecem após um tempo. Automaticamente. Quem trocou missivas com o CEO não encontra mais o registro.

Fonte: Meio.

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